Anna-Maria Ferchichi defende faltas escolares de seus filhos em Dubai
Anna-Maria Ferchichi fala sobre seu estilo parental descontraído e a escolaridade dos filhos em Dubai, equilibrando a educação com a vida familiar.

Anna-Maria Ferchichi defende faltas escolares de seus filhos em Dubai
Num recente episódio de podcast de “Zwischen Dubai und Köln – mit Anna und Kim”, Anna-Maria Ferchichi, esposa do rapper Bushido, iniciou a conversa ao partilhar as suas opiniões pouco convencionais sobre a educação dos seus filhos. A mãe de oito filhos, de 43 anos, expressou que às vezes faltar à escola pode promover um melhor ambiente de aprendizagem. “Um dia na praia ou simplesmente dormir até tarde pode ser mais benéfico do que disciplinas tradicionais como matemática e inglês”, argumenta Anna-Maria. Esta filosofia descontraída reflecte um forte contraste com as normas educativas orientadas para o desempenho que dominam as escolas alemãs.
Morando em Dubai, Anna-Maria aprecia as políticas de frequência mais relaxadas na escola particular de seus filhos. Ela afirmou com segurança: “Não é um problema se as crianças faltarem alguns dias à escola”, e observou que seus filhos prosperam academicamente de qualquer maneira. O medo do bullying, que muitas vezes assola os ambientes escolares noutros locais, parece inexistente no Dubai, onde ela acredita que os seus filhos desfrutam de uma experiência escolar sem culpa.
Paisagem Educacional em Dubai
Mergulhando no quadro educacional de Dubai, é fundamental observar que o sistema educacional é obrigatório para crianças de 5 a 15 anos. Auswandern de Dubai, nos primeiros anos as crianças iniciam a creche a partir das seis semanas, com um currículo internacional que atrai muitas famílias expatriadas. O cenário escolar em Dubai é vibrante, composto por instituições públicas e privadas, onde dominam as escolas privadas, atendendo a cerca de 90% da população estudantil.
As propinas no Dubai variam significativamente, com as escolas públicas a oferecerem educação gratuita principalmente aos cidadãos dos Emirados, enquanto os expatriados podem esperar pagar caro pela educação pública e privada – variando entre AED 5.000 e AED 100.000 anualmente, dependendo da instituição. Não se esqueça que a educação infantil custa entre AED 1.500 e AED 4.500 por mês.
Variedade e qualidade para famílias expatriadas
Conforme abordado em Pacífico Prime, as diversas opções curriculares atendem a diversas comunidades de expatriados, apresentando programas de bacharelado britânicos, americanos e internacionais. Muitas famílias sonham em matricular seus filhos em instituições de prestígio como Dubai College ou GEMS Wellington International School. Eles têm muitas opções de escolha entre 209 escolas particulares que oferecem uma ampla variedade de estruturas educacionais, desde americanas e britânicas até francesas, russas e muito mais.
A integração tecnológica é um componente significativo do cenário educacional, com programas inovadores como o Programa de Aprendizagem Inteligente Mohammed Bin Rashid transformando a forma como as crianças se envolvem nos estudos. Os consultores educacionais da região auxiliam as famílias no processo de inscrição, garantindo que a matrícula seja perfeita – especialmente vital para aqueles que procuram uma vaga em uma escola muito procurada.
Para Anna-Maria, viver em Dubai não envolve apenas liberdade educacional; é sobre a vida familiar também. As praias arenosas e as noites descontraídas permitem-lhe promover relacionamentos com os filhos, ao mesmo tempo que proporcionam uma experiência escolar única, distinta da sua própria educação na Alemanha.
No meio da agitação do cenário educativo do Dubai, as opiniões de Anna-Maria Ferchichi lembram-nos que, por vezes, dar um passo atrás pode ser tão valioso como acertar nos livros. À medida que o debate sobre os métodos educativos continua, talvez devêssemos todos seguir uma página do seu manual – afinal, a vida é mais do que apenas a escola!