O lendário ator Julian McMahon morre aos 56 anos após uma batalha particular contra o câncer
O ator australiano Julian McMahon, conhecido por seus papéis em “Charmed” e “Nip/Tuck”, faleceu em Clearwater em 2 de julho de 2025, aos 56 anos.

O lendário ator Julian McMahon morre aos 56 anos após uma batalha particular contra o câncer
Julian McMahon, o carismático ator australiano conhecido por seus papéis cativantes em séries e filmes populares, faleceu aos 56 anos. McMahon sucumbiu ao câncer em 2 de julho de 2025, em Clearwater, Flórida, uma batalha que ele manteve em grande parte privada, conforme observado por Filmplus Crítica. Sua morte, confirmada por sua esposa Kelly Paniagua, deixou fãs e colegas em estado de choque.
Em uma declaração sincera, Kelly descreveu a luta de McMahon contra o câncer como “corajosa”, acrescentando que ele “amava a vida, sua família, amigos, trabalho e fãs”. O casal estava casado desde 2014 e juntos viveram momentos preciosos que abrangeram sua ilustre carreira. A confirmação de Kelly de seu falecimento foi repetida pelo representante de McMahon, que também compartilhou a triste notícia com o Hollywood Reporter.
Nasce uma estrela
Nascido em 27 de julho de 1968, em Sydney, Austrália, McMahon veio de uma família proeminente, sendo filho do ex-primeiro-ministro australiano, Sir William McMahon. Ainda jovem, começou sua carreira diante das câmeras como modelo em cidades como Milão e Nova York, antes de mergulhar na atuação. Seu primeiro papel significativo foi na renomada novela australiana “Home and Away”, de 1989 a 1991, que abriu caminho para sua ascensão no mundo do entretenimento.
McMahon ganhou fama internacional nos Estados Unidos com seu papel como Cole Turner no programa de sucesso “Charmed” de 2000 a 2003. Ao longo dos anos, ele conquistou um nicho para si mesmo na televisão, principalmente como o charmoso, porém imperfeito, Dr. Christian Troy na série aclamada pela crítica “Nip/Tuck”, um papel que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro. A série foi ao ar de 2003 a 2010 e se tornou um marco de sua época.
Destaques de Hollywood
Além de seu notável trabalho na televisão, McMahon também estrelou como o formidável Doutor Destino nos filmes “Quarteto Fantástico” de 2005 e 2007. Sua interpretação do vilão da Marvel foi memorável, garantindo seu lugar no coração dos fãs de quadrinhos. Mais recentemente, ele pôde ser visto no drama da Netflix “The Residence”, onde interpretou um primeiro-ministro australiano, mostrando ainda mais sua versatilidade e talento.
Sua última aparição no cinema foi em “O Surfista” ao lado do conhecido ator Nicolas Cage, que foi comemorado em sua estreia. No entanto, foi neste evento em março de 2025 que os presentes notaram que McMahon parecia significativamente mais magro, despertando preocupação entre os seus amigos e familiares, uma preocupação que se revelou tragicamente bem fundamentada.
Homenagens chegaram de toda a indústria do entretenimento, com muitos colegas expressando sua tristeza. Dick Wolf, produtor de “FBI: Most Wanted”, onde McMahon interpretou a agente especial Jess LaCroix, afirmou que o falecimento de McMahon é uma “notícia chocante”, enfatizando a perda de uma figura tão vibrante na indústria. Notavelmente, Ioan Gruffudd, que interpretou o Sr. Fantástico nos filmes “Quarteto Fantástico”, também prestou homenagem nas redes sociais, refletindo as conexões profundas que McMahon forjou durante sua carreira, conforme destacado por Pedra rolando.
O legado de Julian McMahon, sem dúvida, viverá através de seu notável trabalho. Seu charme, talento e paixão por atuar deixaram uma marca indelével tanto nos fãs quanto naqueles que tiveram o prazer de trabalhar ao lado dele. Enquanto o mundo do entretenimento lamenta a perda de uma estrela brilhante, fica claro que a influência de McMahon será lembrada nos próximos anos.
Para encerrar, somos lembrados da natureza frágil, porém bela, da vida. Com o recente falecimento de outras figuras queridas como Val Kilmer, é uma época que nos deixa a reflectir sobre o impacto que estes artistas tiveram nas nossas vidas e na nossa cultura, conforme observado por Benzinga.